Liderança

ūüŹÜ Os 10 maiores empreendedores portugueses dos nossos tempos

Neste artigo damos destaque aos l√≠deres do novo movimento empreendedor portugu√™s mas n√£o s√≥, sublinhamos tamb√©m aqueles que lan√ßaram as funda√ß√Ķes daquilo que viria a ser o eco-sistema empresarial portugu√™s. O ranking √© da nossa autoria, n√£o tem a ver com a riqueza acumulada mas sim com a import√Ęncia que estas pessoas tiveram para a sociedade portuguesa.

Portugal era até há bem pouco tempo um país com pouca tradição empreendedora. Mas mesmo assim , no meio do vazio e das sombras, houve sempre alguém que se destacasse. Antes do 25 de Abril de 1974 vivia-se uma ditadura. Consequentemente, os grandes empresários e industriais tinham de ser amigos do regime. Com a entrada na União Europeia, as mentalidades foram mudando e hoje, segundo a Atlantic Hub, o cenário mudou radicalmente e é francamente positivo:

Portugal √© o segundo pa√≠s da Uni√£o Europeia com a taxa de nascimento de novas empresas mais elevada (15.75%), sendo superado apenas pela Litu√Ęnia (19.72%). Este indicador mostra que Portugal √© um pa√≠s com uma boa abertura para novas empresas, e com um elevado esp√≠rito empreendedor.

O car√°cter empreendedor de uma na√ß√£o parece pois estar intimamente ligado com as expectativas dos seus cidad√£os mas tamb√©m com as condi√ß√Ķes macro-econ√≥micas que podem, ou n√£o, favorecer a cria√ß√£o de empresas. Neste artigo damos destaque aos l√≠deres deste novo movimento empreendedor portugu√™s mas n√£o s√≥, tamb√©m aqueles que lan√ßaram as funda√ß√Ķes daquilo que viria a ser o eco-sistema empresarial portugu√™s. Vamos ent√£o ver qual √© a nossa selec√ß√£o, que se baseou na influ√™ncia que estes empreendedores tiveram sobre a sociedade, e n√£o propriamente com o seu √≠ndice de riqueza. Consideramos nesta escolha, os empreendedores com actividade desde 1960.

Nota:Tem uma ideia, e gostaria de criar o seu pr√≥prio neg√≥cio? N√≥s recomendamos a GAPIC para tratar de toda a papelada.

1. António Champalimaud (CUF, CIMPOR, etc.)

António Champalimaud

Ant√≥nio de Sommer Champalimaud (1918 – 2004) foi um empres√°rio portugu√™s que em 2004 era o homem mais rico de Portugal. Ganhou a sua fortuna gra√ßas √† ind√ļstria dos seguros, banca, e cimento. Neg√≥cios que tinha e que foram nacionalizados depois da Revolu√ß√£o de Abril. Champalimaud era visto como fascista, e por isso teve de se exilar no Brasil durante 7 anos, onde refez a sua fortuna. Regressou depois a Portugal, para comprar de volta tudo o que havia sido nacionalizado na Revolu√ß√£o. J√° no seu leito de morte (com cancro), Ant√≥nio decidiu doar 500 milh√Ķes da sua fortuna para a cria√ß√£o de uma funda√ß√£o para a investiga√ß√£o sobre o cancro , a que preside Leonor Beleza por indica√ß√£o expresso do pr√≥prio, e que √© hoje uma das principais institui√ß√Ķes mundiais nesta √°rea. Pela cria√ß√£o desta funda√ß√£o, e pelo seu contributo para o sistema industrial portugu√™s, merece o primeiro lugar na nossa lista.

Nota:Tem uma ideia, e gostaria de criar o seu pr√≥prio neg√≥cio? N√≥s recomendamos a GAPIC para tratar de toda a papelada.

2. José Manuel de Mello (CUF, BRISA, etc.)

José Manuel de Mello

Jos√© Manuel de Mello foi um dos mais importantes empres√°rios portugueses, a par do seu irm√£o Jorge. Nasceu em 1927 e faleceu em 2009. Fundou em 1983 um banco que mais tarde daria origem ao Banco Mello que acabou por vender ao grupo BCP em 1999. Nessa altura concentrou a sua actividade em empresas como a  Brisa, CUF, Jos√© de Mello Sa√ļde, Efacec e EDP.

Antes do 25 de Abril, a sua principal bandeira foi o grupo CUF, que tinha sido criado pelo seu av√ī Alfredo da Silva. A Lisnave, a Soponata e Companhia de Seguros foram outras das empresas que liderou. Depois da revolu√ß√£o refez o seu imp√©rio de uma forma mais discreta, tendo dividido os neg√≥cios com o seu irm√£o. Pelo seu papel no grupo CUF, a maior institui√ß√£o industrial portuguesa antes do 25 de Abril, mas tamb√©m na Lisnave (maior empresa de repara√ß√£o de navios, que deu emprego a milhares de portugueses) merece o segundo lugar da nossa selec√ß√£o.

A revista Exame na edi√ß√£o de 2004 d’ “Os Mais Ricos de Portugal” publicou o ranking das 100 Maiores Fortunas de Portugal, no qual figura em 4¬ļ lugar com uma fortuna avaliada em 693,33 milh√Ķes de euros.

Nota:Tem uma ideia, e gostaria de criar o seu pr√≥prio neg√≥cio? N√≥s recomendamos a GAPIC para tratar de toda a papelada.

3. Américo Amorim (GRUPO AMORIM)

Américo Amorim

O Grupo Amorim √© uma das maiores, mais empreendedoras e din√Ęmicas multinacionais de origem portuguesa. Teve origem no neg√≥cio da corti√ßa, em 1870, sendo hoje l√≠der destacado no setor a n√≠vel mundial. Foi criado por Am√©rico Amorim (1934-2017). O seu sucesso valeu-lhe a alcunha de “Rei da Corti√ßa”. A fortuna do empres√°rio foi estimada, em 2017, pela Forbes, em 4,4 mil milh√Ķes de d√≥lares, superior √† de Donald Trump (3,5).

Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da rep√ļblica portuguesa, diria sobre ele: ‚ÄúAm√©rico Amorim atravessou, com a sua carreira empresarial, mais de meio s√©culo de vida portuguesa. Empreendedor, determinado, persistente e, muitas vezes, vision√°rio, marcou, de modo inabal√°vel, sectores da vida econ√≥mica, como o da corti√ßa, e culminou o seu percurso com posi√ß√£o decisiva no dom√≠nio petrol√≠fero. O Presidente da Rep√ļblica apresenta √† sua Fam√≠lia sentidos p√™sames institucionais e pessoais‚ÄĚ, l√™-se na nota de Marcelo Rebelo de Sousa.

Nota:Tem uma ideia, e gostaria de criar o seu pr√≥prio neg√≥cio? N√≥s recomendamos a GAPIC para tratar de toda a papelada.

4. Belmiro de Azevedo (SONAE)

Belmiro de Azevedo

Filho de um carpinteiro e alfaiate, Belmiro de Azevedo (1938-2017) veio de um meio pobre para se tornar o segundo homem mais rico de Portugal com uma fortuna estimada de 2 bili√Ķes de euros (em 2008, segundo a revista Forbes). Construiu o seu imp√©rio a partir da sua liga√ß√£o com o banqueiro Afonso Pinto de Magalh√£es, com quem negociou e comprou todas as ac√ß√Ķes da SONAE (n√£o sem antes travar uma batalha legal com os herdeiros de Pinto de Magalh√£es).

O Grupo SONAE √© l√≠der em Portugal nas √°reas de imobili√°rio e retalho (possui os hipermercados Continente, por exemplo, a primeira rede de hipermercados em Portugal). Tem tamb√©m investimentos nas √°reas da sa√ļde, turismo, telecomunica√ß√Ķes e media (o jornal P√ļblico, √© outro dos exemplos). √Č um grupo multinacional que opera em Espanha, Gr√©cia, Alemanha, It√°lia, Turquia e Brasil.

Belmiro era uma pessoa frontal e interventiva na coisa p√ļblica em Portugal. Prova disso s√£o as v√°rias frases memor√°veis que nos deixou como por exemplo: ““A Sonae √© incorrupt√≠vel. Isso √© claro para quem queira negociar connosco”. (Vis√£o, Janeiro de 2010)  ou “Se n√£o for a m√£o-de-obra barata, n√£o h√° emprego para ningu√©m.” (Clube dos Pensadores, 2014). Esta √ļltima frase rendeu-lhe severas cr√≠ticas da sociedade portuguesa. Mas Belmiro era assim: n√£o tinha papas na l√≠ngua.

Nota:Tem uma ideia, e gostaria de criar o seu pr√≥prio neg√≥cio? N√≥s recomendamos a GAPIC para tratar de toda a papelada.

5. Alexandre Soares dos Santos (GRUPO JER√ďNIMO MARTINS)

Alexandre Soares dos Santos

Alexandre Soares dos Santos (1935-2019) nunca acabou o curso de direito que tinha começado na Universidade de Lisboa. Em vez disso, começou por se juntar à Unilever que o colocou a trabalhar desde muito novo na Irlanda e na Alemanha. Depois foi Director de Marketing desta mesma firma no Brasil. Em 1969 acontece o momento chave na sua carreira, com a morte do seu pai (o fundador do grupo Jerónimo Martins) e que o obrigou a regressar a Portugal para tomar conta dos negócios de família. O resto é conhecido de todos.

Foi Presidente do Conselho de Administra√ß√£o do mesmo grupo Jer√≥nimo Martins, Fima Lever Portuguesa, Gelados Ol√°, supermercados Pingo Doce, cash & carry Recheio, √Āguas de Vidago, √Āguas de Melga√ßo e Pedras Salgadas, Azeite Gallo, Supermercados da S√© no Brasil, Supermercados LillyWite no Reino Unido e as lojas Biedronka, na Pol√≥nia, onde o grupo Jer√≥nimo Martins lidera – tal como em Portugal – o mercado da distribui√ß√£o alimentar, com mais de 2000 lojas.

Segundo a Forbes, em 2011, a sua fortuna estava avaliada em 1,65 bili√Ķes de euros, tendo a revista classificado Alexandre como segundo mais rico portugu√™s desse ano.

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6. José Neves (FARFETCH)

José Neves

Jos√© Neves (1974-) √© o portugu√™s que se segue aos monstros lend√°rios do empreendedorismo que apresent√°mos anteriormente. Jos√© Neves vingou numa ind√ļstria extremamente competitiva, que s√£o os neg√≥cios online de moda. Por entendermos que estar online √© o desafio do futuro para as empresas, atribu√≠mos-lhe o 6¬ļ lugar do nosso ranking.

A sua carreira come√ßou com uma empresa de software chamada “Platforme” para pequenas marcas de moda em 1996. Est√°vamos nos in√≠cios da internet. Nesse ano, talvez inspirado no seu av√ī que tinha uma f√°brica de sapatos, lan√ßou a sua primeira marca de sapatos chamada “Swear”, tendo aberto uma loja em Londres. A marca vendia tamb√©m para outras lojas. Decidiu depois arriscar no bairro ingl√™s de “Saville Row” conhecido por ser o bairro dos alfaiates, onde est√° a nata da moda mundial. Abriu uma pequena loja chamada “B Store”

Em 2008, Jos√© Neves fundou a Farfetch, que o tornou bilion√°rio. A Farfetch √© uma loja online de artigos de moda de luxo, a grande refer√™ncia mundial neste segmento. Em 2018, a fortuna de Jos√© Neves estava avaliada em 1,2 bili√Ķes de euros.

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7. Francisco Pinto Balsem√£o (GRUPO IMPRESA)

Francisco Pinto Balsem√£o

Filho de boas fam√≠lias, a liga√ß√£o de Balsem√£o (1937-) ao jornalismo e √† imprensa remonta a 1961, quando assumiu a chefia de redac√ß√£o da revista Mais Alto, √≥rg√£o de comunica√ß√£o da For√ßa A√©rea Portuguesa. Em 1963, nasce talvez o seu melhor projecto: o seman√°rio “Expresso” que marcou, e marca ainda, v√°rias gera√ß√Ķes – pelo seu jornalismo em profundidade e sentido de isen√ß√£o.

Este jornal seria a base para a cria√ß√£o do Grupo IMPRESA que hoje det√©m a SIC (canal de televis√£o p√ļblico portugu√™s). De resto, a Impresa √© ainda propriet√°ria da sub-holding Impresa Publishing, que al√©m do Expresso, det√©m a vers√£o portuguesa do jornal Courrier Internacional, o jornal Blitz, o Jornal de Letras e as revistas Vis√£o, Exame, Exame Inform√°tica, Caras, Activa, TV Mais, Telenovelas, Caras Decora√ß√£o, etc. A Impresa det√©m ainda 100% da InfoPortugal e 75% do site Olhares. Na distribuidora VASP det√©m 33,33%, 22,35% na Ag√™ncia Lusa e 15% na Nonius Soft (tecnologias de entretenimento para a ind√ļstria hoteleira).

Pinto Balsem√£o foi muito importante para a sociedade portuguesa, n√£o s√≥ como primeiro-ministro (1981-83), mas porque os seus projectos de comunica√ß√£o vieram trazer c√īr a um pa√≠s muito cinzento. Citando o pr√≥pio, ‚ÄúDo que fiz na vida, colocaria como fio condutor e como objectivo cimeiro, exercido e conseguido de diversas maneiras, consoante as √©pocas e as responsabilidades, a luta pela liberdade de express√£o em geral e, em especial, pelo direito a informar e a ser informado‚ÄĚ

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8. Luís Portela (BIAL)

Luís Portela

O mundo est√° a envelhecer e depressa, segundo rezam as estat√≠sticas. Se isso √© uma fatalidade, tamb√©m √© uma grande oportunidade de neg√≥cio em especial para a ind√ļstria farmac√™utica. A BIAL, de Lu√≠s Portela, tornou-se famosa por desenvolver os primeiros medicamentos de investiga√ß√£o portuguesa a serem lan√ßados no mercado global. O Zebinix (anti-epil√©tico) e o Ongentys (para a Doen√ßa de Parkinson). Tendo em conta que todos os anos s√£o apenas lan√ßados cerca de 20 medicamentos novos no mercado global, este √© um grande orgulho para Portugal – e a raz√£o para Lu√≠s Portela estar neste top 10.

Lu√≠s Portela iniciou a sua actividade como empres√°rio aos 21 anos. √Č licenciado em Medicina pela faculdade de medicina da Universidade do Porto e exerceu durante alguns no Hospital de S. Jo√£o, para depois se dedicar √† empresa da fam√≠lia (a BIAL). Tem uma fortuna avaliada em 502 milh√Ķes de euros.

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9. Nuno Artur Silva (PRODU√á√ēES FICT√ćCIAS)

Nuno Artur Silva

Nuno Artur Silva revelou desde cedo as suas aptid√Ķes para a √°rea artistico-cultural, tendo escolhido essa voca√ß√£o no liceu Pedro Nunes. Licenciou-se depois em L√≠nguas e Literaturas Modernas e fundou as produ√ß√Ķes fict√≠cias em 1993, em conjunto com uns amigos de faculdade, naquilo que se tornou um dos projectos mais bem sucedidos de sempre da cultura portuguesa. N√£o tanto pelo valor econ√≥mico – Nuno Artur Silva tem rendimentos modestos se comparado com os restantes membros desta selec√ß√£o – mas pelo valor cultural. Nuno Artur Silva e s√≥cios foram respons√°veis por programas como: Gato Fedorento, Os Contempor√Ęneos, Contra Informa√ß√£o, Herman Jos√© (Herman Zap, Herman Enciclop√©dia, Herman 98, Herman 99, e Herman SIC), O Homem que mordeu o C√£o (rubrica da R√°dio Comercial – Nuno Markl), o Eixo do Mal, Conversa da Treta, e muitos mais.

Foi tamb√©m fundador e director Geral do Canal Q, propriedade das Produ√ß√Ķes Fict√≠cias. Foi administrador e assessor criativo de direc√ß√£o de programas da RTP desde Fevereiro de 2015 at√© Janeiro de 2018, mas n√£o foi reconduzido no cargo, n√£o pela falta de talento, mas porque o conselho de administra√ß√£o considerou (numa decis√£o draconiana) que os interesses privados de Artur Silva n√£o eram compat√≠veis com os interesses p√ļblicos da esta√ß√£o p√ļblica. Em 2018, ap√≥s a sa√≠da da RTP, passou a trabalhar como freelancer. Organizou o projeto “O Gosto dos Outros” na Funda√ß√£o Gulbenkian.

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10. Manuela Medeiros (PARFOIS)

Manuela Medeiros

Finalmente, uma presen√ßa feminina nesta lista. Manuela Medeiros tinha 42 anos quando abriu a sua primeira loja, em 1994, na Rua de Santa Catarina, no Porto. Passados 25 anos, a mais internacional das marcas portuguesas de moda e acess√≥rios escolheu Paris para abrir a sua loja n√ļmero mil, situada no n.¬ļ 86 da Rue de Rivoli, perto do Louvre e do rio Sena.

Especializada em acess√≥rios como len√ßos, chap√©us, bijutaria, malas e carteiras, a marca PARFOIS (100% portuguesa) tem mais de 80% das suas lojas fora de Portugal, espalhadas por seis dezenas e meia de pa√≠ses. Depois de ter fechado o exerc√≠cio de 2018 com vendas de 350 milh√Ķes de euros, a Parfois estimava crescer 20% em 2019, com a abertura de mais de 150 lojas, prevendo atingir 400 milh√Ķes de euros de fatura√ß√£o.

Manuela Medeiros √© uma mulher de neg√≥cios que tem a vis√£o e a abertura necess√°rias para encontrar boas oportunidades, que sabe escolher muito bem o seu pessoal e comand√°-lo com mestria. E que tamb√©m gosta de arriscar. Sempre com prud√™ncia, mas sem medo de errar. ‚ÄúGosto muito de experimentar. Mesmo que perca, n√£o importa. Pelo menos tentei. N√£o se tem nada a perder com o aprender‚ÄĚ, comentou √† Revista M√°xima.

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